Vida nova?

Eu não sei se esse post vai aparecer mesmo depois de eu sair desse blog. Isso mesmo, estou fazendo as malas e saindo daqui. Não levo comigo nenhum ressentimento ou qualquer coisa do gênero, só quero inovar para crescer.

Não quero estender mais esse post, sendo objetivo vou direto ao ponto (ou aos pontos).

Primeira frase (guardem isso para a vida inteira).

“Ame Deus com toda alma, coração e entendimento”.

Se existe alguma razão de eu estar nesse mundo não é simplesmente para envelhecer, ganhar dinheiro, azarar com os amigos ou qualquer coisa que as pessoas costumam fazer.
Sem dúvida, há um propósito maior que tudo isso.

Um dia Deus há de conceder para mim um estado onde minha mente (conhecimento), alma (meus pêlos arrepiados) e meu coração, esse por último, de líder, isto é, aquele que se entrega para os outros mesmo sabendo que aquilo não traria vantagens num mundo capitalista se interajam concomitantemente e eternamente.

Por último, quero dizer ao meu amigo Angelo que eu tenho um monte de pertences que ele, carinhosamente, não cobra a devolução. Bom, eu não devolvo porque alguns ainda uso como é caso dos jogos de ps2 e outros como o dvd do bikini tenho esperança de um dia revê-lo. Há de lembrar que devo 15 reais e tem outras coisas mais aqui.

Japonês

Que dê um passo à frente àquele que diz que o japonês não é difícil de aprender.
Para mim, tenho o seguinte raciocínio a esse idioma. Para que perder tempo com esse código Morse se você pode aprender outro idioma?
Valorizando seu currículo ou até por mais cultura daria para aprender antes uma língua bem mais fácil, isto é, uma do ocidente que poderia satisfazer da mesma forma que o japonês satisfaria.
Então, para aqueles que mesmo assim continuam tentando e, só tentando, aprender os três alfabetos do arquipélago (ouviu essa Pedrão?) só penso disso uma coisa... Vaidade.
É... Vaidade, afinal deve assim se sentir diferente e diferente nesse caso soa com um tom de melhor, mais capacitado, adaptado ou sei lá mais o que...

É feio da minha parte desestimular aprender essa língua logo no ano do centenário da emigração japonesa ao Brasil. Mas, não falo bobagem hora nenhuma. Pois bem, pergunte, então, para blogueira da revista abril (se eu não me engano) que ficou responsável por escrever assuntos direto do oriente. Entenda, ela está no Japão há uns quatro anos e um dos milhares de post assume que não aprendeu quase nada do japonês. Mesmo tendo amigos, trabalho e casa por lá o idioma (acredito eu) deve ser o impecável inglês.
Para dizer que um raio cai duas vezes no mesmo lugar, então lá vem outro caso. Qual?
O do Zico, ídolo incondicionalmente pela torcida do flamengo, e ex-técnico do futebol masculino do Japão permaneceu por lá um bom período e se não fosse por um bom intérprete seu japonês deixaria muitas vezes na mão na hora de passar a tática para o time.

O mais legal da vida é que nada é absoluto. Entenda, não vai sair pela rua numa conversa e usar a imparcialidade. Afinal, isso só serve mesmo para as revistas que por ventura acho certo. Mas, já nós devemos criar uma linha de raciocínio que deixe bem claro a sua posição em relação a tal coisa.
Por favor, faça diferente do zagueiro do fluminense, Thiago Silva, que foi infeliz numa entrevista falando do Renato Gaúcho. Porque uma hora ele diz que para o bem de todos o Renato Gaúcho deveria sair, afinal só perdia. Mas que ele é um bom técnico todos nós sabemos – disse ele e continua dizendo – é uma pena para nós e para torcida perder um técnico como ele. Hm.... Por acaso ele quis ficar em cima do muro? (vocês pensam depois)

Mas, voltando onde eu tinha parado. Eu dizia que o mais legal da vida é que nada é absoluto. Então, se nada é absoluto, hoje, eu assistindo, pela manhã, um tele-jornal me deparo com uma reportagem invejável. Simplesmente, um trocador de ônibus com uma cara de simpático e jovem aprendeu japonês. Fruto de um esforço e superação da condição social. Seu desejo e curiosidade não impediram que a realidade envolta fosse contra a tal façanha. E, se não bastava por aí (agora vocês vão roer o dedo) ele conseguiu num concurso de oratória em japonês a posição de quarto lugar no Brasil o que garante uma viagem para Tóquio. Que isso sirva de bom exemplo para todos os perseverantes.